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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A Nuvem

Acessar dados com segurança, de qualquer lugar em que se esteja, com rapidez e alta disponibilidade já é possível graças à evolução das tecnologias de acesso remoto (servidores, aplicações) e conexões rápidas (com ou sem fio). A isso, demos o nome de Cloud Computing.

Levar à nuvem nossas informações não é apenas prático, é estratégico. Se tornará vital aos negócios de muitas corporações, impactando em sua capacidade de sobrevivência frente aos novos desafios de um Mundo sempre em Evolução. E não trata-se de simples tendência.

Porém, como toda Novidade, o Cloud Computing precisa ser utilizado com Inteligência, para que todo seu potencial seja utilizado da forma correta. Três fatores precisam ser bem avaliados antes de uma empreitada desta natureza: Knowledge, Feeling, Timing.

Dessa forma, é imprescindível conhecer a fundo as Tecnologias utilizadas, assim como é imprescindível entender a fundo o core business das Corporações. É preciso ter os parceiros e provedores corretos. São necessários Estudos, Planos e Estratégias. É preciso Inteligência.

Dentro de pouco tempo, computadores – como os conhecemos hoje – serão descartados nos Trabalhos e nos Lares em favor de dispositivos móveis cada vez mais capazes, utilizando conexões cada vez mais eficientes, acessando dados centralizados. A Evolução já está em andamento.

Os que estão estacionários perderão espaço. Os que hoje não tem espaço, poderão se reinventar e obter o espaço que almejam, e muito mais. Basta saber o que fazer e, principalmente, como fazer. Nós sabemos.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A arte da observação

Rotinas, processos, procedimentos, regras, documentações, métricas, cobranças, resultados. Todos esses elementos misturados e mastigados diariamente, dia após dia, formam o turbilhão que draga a capacidade Humana de observar. É impossível observar em meio ao Caos, assim como é impossível ouvir, ou sentir. Ou dizer algo que realmente valha a pena dizer.

A perda da capacidade de observação tem transformado as pessoas em meros instrumentos para se chegar neste ou naquele objetivo. Em conjunto com outros dados, nos tornamos parte das métricas, num movimento que se repete todas as vezes em que nosso comportamento obsessivamente materialista deturpa as descobertas que encontramos em nossos estudos.

É lógico que o Lucro é o objetivo de qualquer empreendimento. Porém, os meios para se obtê-lo não podem seguir repetidos à exaustão, como se fossem vícios. É preciso evoluir, recriar, expandir. Ir além do que é estabelecido dentro das quatro paredes de uma sala de aula. Porque o lucro, por si só, é nada mais que um fim. E quanto nos incomoda um fim?

Buscar o fim não é da natureza humana, que em tempos nem tão distantes, perseguia a perenidade de suas obras pela observação de seus diversos aspectos: profundidade, beleza, utilidade. Filosofia, design, engenharia. Alcance, imagem. Marketing, publicidade. Muitos aspectos, que antes andavam naturalmente de mãos dadas, mas que durante nossa história, separamos.

Porém, hoje é um dia diferente. Um dia em que a humanidade pode tornar-se, novamente, verdadeira observadora do Todo, ao mesmo tempo que de Tudo, e Cada coisa. Pois há uma matéria nova, capaz de abraçar todas as outras de forma sutil e natural. Uma matéria  que precisa ser lapidada agora, de forma a nos servir, e não a nos fazer de escravos, como fizemos com as demais.

Essa matéria é a Tecnologia. E, ao contrário das outras, não é cara demais, permitindo que mesmo os pequenos empreendimentos se beneficiem de suas virtudes para tornarem-se perenes. E, os empreendedores, observadores. Como? Nós sabemos.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O meio do fim

Estamos vivendo o meio do fim, no fim dos meios que enxergamos nesses primeiros anos da Tecnologia. Estamos na fase de transição entre os quadrados pensamentos industriais e os circulares movimentos da Inteligência. É o período da revolução em que todo líder deve parar, respirar e pensar. E, principalmente, visualizar o passado para que o futuro não seja para sempre um mistério.

Nesse meio tempo, novas gerações de pensamentos tomam as rédeas do mundo, solidificando o que antes eram apenas sonhos, e tornando obsoletos os antigos caminhos por onde passeou a Tecnologia. Montadas sobre esse veloz cavalo, as antigas gerações – e os antigos pensamentos – deparam-se com duas opções: reinventar-se e viver, ou não mudar e morrer. Zero ou um.

Um exemplo clássico é a chamada “consultoria em TI”. Um sistema reativo e limitado, que age apenas frente às dificuldades, ávida pelo retorno dos taxímetros, enquanto perde seu próprio valor por não valorizar os fatores facilitadores, que tanto apavoram as mentes que não enxergam que as soluções são, em verdade, mais rentáveis do que os problemas. Que é a ação o que determina a reação, não o contrário.

Para sorte de uns, e azar de outros (ação e reação), esse tipo de empresa – ou serviço – está com os dias contados. O importante, agora, é enxergar o que o futuro reserva para a enxurrada de empresários e analistas “de problemas” que inundarão o mercado de trabalho, para concorrer com empresários e analistas “de soluções”. A reação diante da Inteligência.

Por sorte, ainda não é momento para pânico. Mas, sim, para estudo, planejamento e entendimento. O momento de transição precisa ser um momento aliado, porque o tempo, quando corre oposto aos planos, torna-se inimigo feroz. E invencível. E não faz distinção entre suas vítimas. Portanto, não se pode desperdiçar essa oportunidade de reinvenção.

O Projeto Kerbbo está disponível para empresas, profissionais e investidores que buscam saber o que fazer, e que caminhos percorrer, neste momento único e cheio de possibilidades para a Tecnologia da Informação.

Os produtos invisíveis

Antes mesmo de abrir as portas para o mercado, uma empresa precisa passar, primeiramente, pelo crivo de um público alvo muito exigente: o quadro de profissionais que representa seus clientes internos. É preciso que o produto para esses clientes seja atrativo, justo e – primordial – verdadeiramente entregue. E sem diferenças entre o que foi encomendado e o que é efetivamente recebido.

Tão importante quanto o que é oferecido aos clientes externos, o que oferece aos internos faz a diferença no momento da concepção e, principalmente, manutenção das equipes, das quais diretamente depende para entregar, com excelência, o que vende no mercado. Não ter um pacote de produtos para os clientes internos, por menor que seja, significa não garantir a sobrevivência de suas equipes.

Num processo contínuo, sem equipes comprometidas, torna-se inviável entregar com eficiência os produtos vendidos aos clientes externos, o que compromete profundamente a relação entre a empresa e suas fontes de sobrevivência. E isso, invariavelmente, se traduz em prejuízos duplicados às operações, seja com demissões/contratações, seja com trabalho/retrabalho.

Hoje, o pacote de benefícios oferecido aos clientes internos é tão – ou mais – importante do que o produto oferecido aos clientes externos das empresas. Isso é especialmente verdade para quem almeja vender inteligência em seus serviços, porque a principal fonte de tais produtos é, em ambos os casos, o próprio ser humano. E o ser humano contente cria mais que o descontente.

Apesar de essa ser uma afirmação amplamente conhecida e debatida no mercado como uma Verdade, ainda é pequeno o número de empresas que realmente coloca tal verdade em prática. A limitação de pensamento coloca todo tipo de empecilho no caminho dessa prática, passando pelo porte das empresas até os apertados capitais. Mas esses empecilhos são apenas imaginários.

Mesmo empresas de pequeno porte, e com orçamentos apertados, podem oferecer bons produtos a seus colaboradores, e melhorar, através do fator ação/reação. Se sua empresa busca essa Inteligência, o Projeto Kerbbo está sempre à disposição.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

As mídias sociais e as organizações


Sem dúvida uma das grandes criaturas da Tecnologia, a mídia social trabalha como um organismo, tão vivo e pulsante quanto o nosso. Afinal, é um reflexo de nós mesmos, e uma extensão de nossos desejos e necessidades. Vai a lugares onde não conseguimos ir, a qualquer hora que quisermos. E mostra o que estamos sentindo, exatamente para quem desejamos mostrar.

Porém, toda criatura desafia seu criador. E, com as mídias sociais, isso não é diferente. Elas desafiam não só a Tecnologia, mas também o ser humano, que ainda engatinha frente às suas amplas possibilidades. Para o mundo corporativo, essas mídias representam vasto manancial de conhecimento e, também, autoconhecimento, com graus de interação além do imaginado.

Com a massificação do acesso à Internet, Organizações e Pessoas precisam, desde já, pensar em como as informações serão enviadas, recebidas, processadas e devolvidas, num processo claro e eficiente, preferivelmente bem distante do desagradável ambiente dos Contact Centres, Call Centres e afins. A mudança precisa ocorrer em ambos os lados, e de forma ordenada.

Ao mesmo tempo, os recursos hoje disponíveis precisam de aperfeiçoamentos e adaptações, para que haja interação satisfatória entre as pessoas e as organizações, já que essas últimas precisam de um ambiente mais equilibrado: não tão sério a ponto de tornar-se sisudo, e não tão despojado a ponto de ser displicente. É na busca por tal equilíbrio que é preciso concentrar-se.

Aplicações próprias e específicas, capazes de utilizar fontes e recursos de informação mundialmente adotadas, podem solucionar a questão enquanto não houver a definitiva fusão entre os navegadores (browsers) e os sistemas operacionais, algo que invariavelmente vai (e precisa) ocorrer. E isso é algo que deve abranger todos os tipos de dispositivos atuais e futuros.

Obviamente é preciso mão de obra qualificada para criar essas aplicações. E, obviamente, é preciso visão para bem utilizar tais recursos. Porém, é mandatório o uso de Inteligência, para que realmente funcione a relação entre a visão e a execução disso tudo.

domingo, 23 de outubro de 2011

Tecnologia de Estado

Ainda engatinha, dentro das esferas governamentais, o uso da Tecnologia. Isso se dá por diversos fatores. Mas o principal deles, certamente, é a geração que está no comando. São pessoas não muito acostumadas às inovações que o mercado oferece, dia após dia, para todos que têm boa vontade de acompanhar. Pessoas ainda presas ao século passado, e não só no aspecto tecnológico.

A boa aplicação dos recursos da Tecnologia pode inserir os Governos em níveis nunca antes imaginados de transparência e, principalmente, interação com as Populações. No Brasil, fica clara a relutância em elevar esses níveis: a corrupção. É óbvia a contribuição que a Tecnologia oferece para a resolução deste problema, que consome recursos, atrasando nossa Evolução.

Mas como a Tecnologia mostra-se forte contra este mal, a atitude dos Governos tem sido de oferecer às Populações estratégias limitadas em Recursos e Conteúdos, restringindo os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, freiando assim o imenso potencial de crescimento que essa Ciência oferece, tanto no âmbito do Conhecimento como na geração de necessárias divisas.

É claro que a simples utilização da Tecnologia não é capaz de extirpar as raízes dos males que assolam as nações mal governadas. É preciso que as Populações obtenham Inteligência para forçar o uso das Tecnologias, e então utilizarem-se dos recursos advindos. Isso passa pela Educação, Formação e Especialização dessas Populações. Elementos também deficitários.

Então, o que fazer? A resposta para esta questão está com as próprias Populações, pois são elas as responsáveis pelo andamento dos Governos, desde a escolha de seus representantes até a cobrança pela execução do que é tido como necessário. Os recursos necessários para essa reformulação já estão disponíveis a amplo acesso. Mas, para iniciar um caminho, é preciso o primeiro passo.

Se você não sabe qual é primeiro passo que lhe cabe nessa nova caminhada, o Projeto Kerbbo pode lhe ajudar. Poucos sabem a profundidade que a Tecnologia da Informação pode dar ao seu poder de decisão. Nós sabemos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O momento da Revolução

“A informática veio resolver problemas que antes não existiam”. Esta é uma afirmação engraçada, que circula até hoje como piada dentro do meio digital, dentro dos ambientes de trabalho ou mesmo em animadas rodas de bar. Certamente carrega um fundo de verdade, porque a informática surgiu como uma grande novidade. E, como toda novidade, veio com seus prós e contras.

Mas, como toda criação, a informática evoluiu. E, também como toda criação, se transformou. Transformou-se morrendo, juntamente com seus pequenos agregados: computação, processamento de dados, programação, e outros. Morreu para, logicamente, dar vida à algo novo, mais abrangente. Perdeu suas inconsistências, virou ciência: Tecnologia.

Mas o mundo parece não estar acompanhando a evolução dessa nova ciência. A maioria das pessoas não tem idéia da abrangência da Tecnologia. Mas, mesmo sem essas noções básicas, essas pessoas precisam, e fazem uso da Tecnologia, em seus cotidianos, porque atingimos o ponto sem retorno: não é aceitável voltar a utilizar apenas máquinas de escrever e calculadoras.

Sendo a Tecnologia capaz de inserir-se em todos os assuntos humanos, assim como a Filosofia, é necessário amparar as gerações mais antigas, e preparar as mais novas. É preciso iniciar a revolução, e não apenas sentar-se e assistir às maravilhosas inovações da indústria e dos negócios. A Educação vem do berço, então o Conhecimento deve estar ao alcance de todos.

É triste, no mundo de hoje, sermos obrigados a admirar apenas empreendedores e empresários, enquanto nossos estadistas ainda patinam em corrupção e nossos pensadores desaparecem no ostracismo. É preciso voltar a dar valor à nossa capacidade de pensar, pois a Inteligência é o único legado perene. Assim, a Revolução deve abraçar todo o Universo Acadêmico.

O momento é este para uma Revolução sem imposições, armas ou violência, apenas Conhecimento, Inteligência e bom senso. Todos nós devemos participar. Todos nós devemos colaborar. Nós, no Projeto Kerbbo, sabemos como fazer isso. E você, sabe?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Trabalho com(o) amor

Muitas vezes reclamamos de nossos trabalhos, do que fazemos para garantir o pão de cada dia. O sinal mais claro de que estamos descontentes com nossos empregos é quando, em nossas horas livres, pedimos uns aos outros para não falar sobre trabalho. Muitos ignoram o fato de que é durante nossas horas livres, sem os grilhões dos horários e regras, que podemos ter as grandes idéias. E são as grandes idéias que nos conduzem na direção daquilo que desejamos para nós.

Mas, precisamos estar prontos para desejar e conscientes do que queremos. Precisamos saber o que desejar, para que estejamos atentos aos nossos caminhos, certos das direções que devemos tomar. É puro desperdício de inteligência trilhar caminhos que não desejamos apenas porque garantem mais lucro, ou porque agradam pessoas queridas por nós, que admiramos profundamente. Nossos caminhos são inteiramente nossos, e devem nos conduzir para a plena satisfação.

Quando fazemos aquilo que gostamos, pensamos nisso o tempo todo. E é essa divertida imersão nos assuntos que nos despertam paixão e entusiasmo que nos leva às descobertas, às idéias e aos meios para fazer melhor. Como uma espiral que se expande, nosso talento é capaz de ir além do que imaginamos quando estamos sintonizados com ele, conscientes dele, e em paz com ele. Porque é preciso ter cuidado, e alimentar o talento apenas com o alimento correto.

Chegando ao estágio de plenitude pessoal, percebemos que nossos pensamentos constantemente se voltam para o trabalho. Mas, ao invés de nos cansar, isso na verdade nos enche de vigor. Simplesmente porque trabalhar é viver, é ser útil para si mesmo e para outros. Trabalhar é conduzir a mente em direção ao conhecimento, é exercitar a inteligência. Vida e trabalho devem andar unidos como um casal apaixonado. Se você não sente assim, então não faz o que gosta.

Não é ruim sentar-se na praia com seus amigos e discutir trabalho. Não é pecado reunir-se em casa, com a família, e falar sobre trabalho. Não é negativo tomar uma cerveja no bar conversando com os colegas sobre trabalho. Porque é no trabalho que mostramos quem somos, porque é nos ambientes de trabalho que passamos a maior parte de nossas vidas. E é do trabalho que dependemos para sobreviver.

Se você faz o que ama, e ama o que faz, então atingiu a plenitude e deixou suas limitações para trás. E o Projeto Kerbbo abre suas portas para você, porque nós sabemos valorizar a Inteligência.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Pressão + Resultado + Lucro = Limite

A pressão nos desgasta, desgasta os que estão ao redor, e mesmo alguns que nem estão no mesmo ambiente. A reação vem em cadeia: pouco tempo, muitas tarefas, necessidade de precisão. Pressão. Todos se preocupam com o resultado, que precisa ser enfatizado, precisa ser focado, precisa ser alcançado. Todos se preocupam com o resultado, mas quantos se preocupam com os processos que estão no meio do caminho entre nós e ele?

O resultado nada mais é do que o que ele mesmo explica ser: um fim. Mas, trabalhar com a idéia fixa na existência de um fim, é limitar-se a este fim e não se dar a chance de ir além deste detalhe temporário. As salas de aula estão apinhadas de gente sofrendo lavagem cerebral para atingir o topo dentre todos os que buscam um disfarçado limite. Raro é ver seres humanos formando outros seres humanos para ir além dos limites.

Certamente emergirão vozes acusando filosofia barata, conversa de botequim, inveja do sucesso alheio. Sucesso? Para a maioria, sucesso é acreditar nos que fazem a lavagem cerebral, no que dizem na sala de aula, no que escrevem em livros. Para outros, poucos, sucesso é vencer acreditando naquilo que pensam, porque Inteligência é o único ativo capaz de passar incólume por todas as crises, sejam elas financeiras, comerciais ou existenciais.

Mais perdidas ainda estão as personalidades que se julgam acima de tudo, de todos, como se o único caminho vencedor fosse o delas. Personalidades únicas, egoístas. Então entra em cena a arrogância disfarçada das auto biografias, das palestras caríssimas, da retenção do conhecimento. Aqueles que detém o verdadeiro conhecimento fazem questão de compartilhá-lo, porque sabem que o conhecimento é resultado direto da Inteligência.

Mas chega um momento em que temos, por uma razão ou outra, que escolher entre fazer parte da massa de gente limitada pela pressão, ou ser parte do seleto grupo de seres humanos livres para pensar no que existe além dos limites. O Projeto Kerbbo já fez a sua escolha: aposta na Inteligência dos seres humanos.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Tudo Começa pelo Começo

Tudo começa pelo começo. Tal afirmação pode parecer óbvia mas, se não encarada com seriedade, pode tornar-se o mantra para um fracasso. Quando planejamos uma casa, por exemplo, a primeira coisa a ser observada é a infra-estrutura. Precisamos saber se ao redor e dentro da futura construção teremos à nossa disposição todos os recursos que desejamos.

É importante observar se há uma farmácia nas redondezas, ou se o encanamento será específico para água aquecida, se planejamos ter aquecimento central. A falta de algum recurso trará limitações, e isso poderá tornar-se um grande problema. Infra-estrutura não é um brinquedo de montar, ao qual adicionamos ou do qual retiramos peças quando desejamos.

É preciso muito planejamento, para que seja flexível o bastante para suportar diversas situações, sejam estas previstas ou não. É o elemento primordial para que toda a construção – e seus ocupantes – possam manter-se ocupados com seus afazerem sem perceber seus possíveis defeitos. Como um juiz de futebol: o ideal é que ninguém perceba sua presença.

Temos o hábito de imaginar nossos sonhos já concretizados, e não há nenhum problema nisso. O problema reside em resistir às etapas necessárias para a construção desses sonhos. Como dito antes, tudo começa pelo começo. E todo começo começa com infra-estrutura. Não podemos ignorar etapas, ou desafiar o tempo. Precisamos de método, lógica e objetivo.

E, acima de tudo, precisamos daquilo que, a cada dia que passa, mais temos dificuldade em obter: paciência. Seja pela loucura do dia a dia, seja pelas facilidades que temos hoje à nossa volta, o fato é que estamos cada vez mais sem paciência. Ausência de paciência é sinônimo de pressa, e a pressa é inimiga da infra-estrutura, assim como é inimiga da perfeição.

Se você não deseja que seu sonho desmorone sobre alicerces frágeis, e que o início de suas atividades represente apenas realização – e não o inicio de sérios problemas – então o Projeto Kerbbo é o parceiro certo para você e para seus negócios.

domingo, 24 de outubro de 2010

Entre o Certo e o Errado

Quando pensamos sobre nossas experiências – sejam elas profissionais ou não – gostamos de afirmar que aprendemos a não cometer os mesmos erros já cometidos. Algo como “posso não saber como é a forma correta, mas sei como é a errada e isso eu não vou fazer”. Isso evitaria grande parte de nossos problemas, caso fosse realmente colocada em prática.

O que não levamos em consideração é o ambiente que nos cerca. O ambiente – e aí incluem-se pessoas, situações e outros elementos – constantemente nos impele a pecar contra nossos próprios mandamentos. De certa forma somos forçados a ir contra o que acreditamos ser o mais correto. Fechamos os olhos, Engolimos em seco, saboreamos o sapo.

Dançamos conforme a música e voltamos para casa tentando encontrar conforto e justificativa para termos, novamente, caído na armadilha de errar, quando teria sido muito mais fácil acertar. Se somos bons no que fazemos, se temos times de bons profissionais, mestres em suas áreas, o que poderia ter dado errado? E buscamos a resposta em algo, ou alguém, que está à nossa volta.

Mas dificilmente buscamos a resposta dentro de nós mesmos. Nos sentimos tão auto suficientes que não conseguimos observar que, por mais que sejamos bons naquilo que fazemos, existem coisas que não sabemos fazer. E, dessas coisas que não sabemos fazer, geralmente ocupam-se outras pessoas, especialistas nos quais deveríamos confiar, pois foram escolhidos por nós mesmos.

Na prática, não é isso o que acontece. Julgamo-nos capazes de analisar até mesmo aquilo que para nós é um mistério completo. Isso acontece muito com as áreas da Tecnologia, que vive constantemente sob um olhar atento e crítica, por sua importância e pela incapacidade da maior parte das pessoas em compreender todos os mistérios dessa nova ciência.

O Projeto Kerbbo foi criado pensando tanto nas pessoas que não compreendem a Tecnologia como para aquelas que são mestres no tema. E sabemos exatamente como unir esses dois lados tão distintos e, ao mesmo tempo, tão indispensáveis.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Tecnologia e Parto

Todos sabemos como o pré-natal é fundamental para as futuras mães, tanto para assegurar uma gestação segura, aumentando a probabilidade de um parto tranqüilo e um crescimento saudável, como para a preservação da saúde da mãe, a primeira grande responsável pelo bem estar dos filhos. Esse é um conhecimento que já está enraizado em nossa sabedoria.

Podemos usar este exemplo para descrever o nascimento de uma empresa. Seguindo padrões criados ainda no século passado, temos a tendência de ainda não considerar a Tecnologia da Informação como fator primordial no processo de gestação de um negócio. E, por este comportamento, geralmente pagamos caro e nos desgastamos, atrasando nossa evolução.

Precisamos compreender que hoje nenhuma empresa nasce sem Tecnologia. Ela faz parte da base estrutural dos negócios e não pode ser ignorada, ou subestimada. Sem um eficiente planejamento tecnológico, o startup de uma empresa pode tornar-se, de uma hora para outra, uma operação onerosa e complicada, prejudicando todo o início das operações.

Atrasos e dificuldades são sempre aguardados, mas não podem ultrapassar a fronteira do que é considerado tolerável dentro do planejamento de startup. E, ultimamente, temos testemunhado essas ocorrências de forma perturbadoramente constante, e comumente a fonte de problemas é a falta de sincronismo entre necessidades/soluções de Tecnologia.

Hoje temos à disposição muitos recursos tecnológicos, testados e aprovados, flexíveis e eficientes, para suprir as necessidades de nossos negócios, além de profissionais dotados de grandes habilidades. Mas parece faltar um elo que ligue todos esses elementos de forma a transformá-los em Conhecimento capaz de garantir uma base segura para a Evolução.

Se você está em busca desse elo, capaz de transmutar suas idéias e investimentos em negócios sólidos, saudáveis e duradouros, o Projeto Kerbbo está de mente aberta para lhe fornecer nosso bem mais valioso: Conhecimento.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Terceirização da Inteligência

Em suas buscas por resultado, os comandos das organizações encontram soluções criativas e inovadoras, atestando a capacidade de liderança de seus times executivos. Entre essas soluções encontramos a terceirização, que permite às organizações o desenrolar de suas operações a custos mais baixos e quase sempre com mínima perda de eficiência.

Mas, existem casos em que terceirizar não é a melhor opção, embora essa permaneça uma prática constante. Existem particularidades, em determinados serviços, que são de difícil compreensão. Isso se aplica, por exemplo, à Tecnologia. Tecnologia é mais do que desenvolvimento de sistemas ou suporte ao usuário. Tecnologia é Inteligência. E isso não se terceiriza.

Embora o mundo se deslumbre com os atuais avanços tecnológicos, a grande verdade é que ainda engatinhamos dentro das infinitas possibilidades que a Tecnologia proporciona. Engatinhando, não vemos o que a Tecnologia é capaz de nos oferecer já hoje. Mas isso pode mudar, como tem sido provado por aqueles que resolveram mudar a forma de enxergar a Tecnologia.

Ao mudar nosso ponto de vista sobre determinado objeto, expandimos nossas capacidades de compreensão. Novas perspectivas nos levam às descobertas, ou à reformulação do que já existe. No tempo correto, pode nos levar ao pioneirismo. E pioneirismo praticado com sabedoria é a semente para o sucesso duradouro que todos nós desejamos colher.

Portanto, é preciso muito cuidado ao decidir o que deve ser terceirizado numa organização. A redução imediata de custos operacionais pode levar à degradação da Inteligência e obrigar as organizações a reinvestir de forma pesada no longo prazo. Um exemplo típico é a recorrente ineficiência no atendimento aos clientes das empresas de telecomunicações.

As pessoas e organizações capazes de identificar este como sendo o momento certo para uma mudança de perspectiva, assumindo então papéis de pioneirismo e liderança, certamente podem contar com o Projeto Kerbbo para ajudá-las.

Médicos e Enfermeiros

Responsabilidade de médico, reconhecimento de enfermeiro. Muitas vezes é assim que nos sentimos ao atuar em algumas das ramificações da Tecnologia. Isso pode nos levar à frustração, à desmotivação. Trabalhar além dos horários normais, e quase sempre sem que ninguém nos perceba, é algo que faz parte de nossas profissões, e isso é algo que dificilmente mudará.

Então, como gerenciar este quadro? Como satisfazer àqueles que atravessam as madrugadas disponibilizando suas inteligências, sabendo-se obrigados a estar disponíveis no primeiro horário da manhã seguinte? O equilíbrio de nossas vidas depende sempre do que colocamos de um ou de outro lado de uma balança que imaginamos para cada situação que vivemos.

Precisamos atuar com segurança, determinação e entusiasmo. Mas este é um resultado difícil de se obter quando adicionam às nossas balanças elementos como inflexibilidade ou ingerência. Aquilo que não é fruto do acaso, é fruto de nossas escolhas. Então, é sobre essas escolhas que devemos todos refletir, não importa se estamos em posições subordinadas ou de comando.

Existem formas de se compensar a exaustão anônima daqueles que garantem o funcionamento das ferramentas de que todos necessitam em suas rotinas diárias. Mas, para fazer com que essas compensações cheguem até eles, é preciso entendimento, organização e Inteligência. Comandantes e comandados devem atuar em conjunto, nunca em conflito.

Nem sempre as reduções de custos trabalham a nosso favor. Há casos em que é preciso abrir mão de recursos hoje para colher resultados mais duradouros no futuro. As visões de curto ou médio prazo logo não terão mais razão de ser, pois a humanidade sempre buscou a perenidade. Precisamos tomar consciência disso antes que este intervalo, o que vivemos hoje, chegue ao fim.

O Projeto Kerbbo pode ajudar pessoas e organizações dispostas a encontrar caminhos que levem ao equilíbrio entre o que é necessário fazer, e o que é humanamente possível, sem que seja necessário reinventar a roda.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Técnicos e Empresários

Hoje temos inúmeras empresas prestadoras de serviços em Tecnologia. Como todos os demais empreendimentos, estas empresas nascem de sonhos e esforços, e isso é sempre motivo de admiração e respeito. Fazer um negócio próprio prosperar é muito difícil, ainda mais em nossa pátria amada, tão necessitada de pesadas cargas tributárias e muita burocracia.

Geralmente uma prestadora de serviços de Tecnologia origina-se do conhecimento absorvido por seu(s) proprietário(s). Ou seja, uma grande bagagem técnica, uma boa cartela de clientes e parco conhecimento para gerir um negócio. Além disso sempre paira sobre as cabeças pensantes dos empresários as características dos pequenos negócios, como o acúmulo de funções.

Como nesse tipo de cenário as equipes são pequenas, e sempre muito ocupadas, torna-se desgastante gerir a inteligência do negócio em si. Trabalho é evolução, e evolução é esforço. Mas esforço sem cooperação é desperdício de Inteligência. Por isso é preciso sair em busca de ajuda, antes que a construção forme-se sobre alicerces muito frágeis.

Evoluir é mais do que suprir as necessidades dos clientes, é mais do que obter lucro. Evoluir é desenvolver-se internamente, gerir corretamente processos e pessoas, envolver as cabeças pensantes que estão ao nosso redor, criar novos sonhos e compreender que os limites são apenas os desafios que ainda não receberam a atenção de Inteligência e Tecnologia.

Sim, Inteligência e Tecnologia podem servir também a empresas de tecnologia, mesmo as menores, de maneiras surpreendentemente eficazes, oferecendo condições de crescimento saudável que até hoje eram encontradas apenas em grandes corporações, com suas grandes equipes e conselhos administrativos. É possível ir além do “mais por menos”: é possível fazer melhor.

Livres da prisão dos lugares comuns, sem apelar para o imediatismo, para soluções radicais ou imposições, e longe dos arcaicos padrões do mercado atual, o Projeto Kerbbo pode ajudar a todos aqueles dispostos a fazer melhor.

A Busca por um Santo Graal


Certa ocasião fui presenteado com um desenho, feito por uma criança. Naquela folha havia um enorme círculo posto de forma a estar num sentido descendente. Dentro deste, e ao seu redor, vários outros pequenos desenhos, como casas, bonecas, pássaros, carros, árvores e até um aparelho de TV. Num canto da folha, o nome do desenho: Super Bola de Neve Moderna.

É incrível como a simplicidade pode nos levar a grandes constatações. Aquela folha, com aqueles traços, traduzia em imagem o que a vida havia se tornado. Uma grande bola de neve, onde temos muito mais coisas a fazer do que tempo disponível. De lá para cá passaram-se doze anos, e a bola de neve só aumentou. E o tempo que temos continua o mesmo.

O pilar principal de nossas vidas adultas, que é o trabalho, tornou-se não mais pilar, mas sim o corpo principal de uma construção que nos consome à exaustão. O crescimento, a evolução, os valores, tornaram-se meros periféricos. O verdadeiro conhecimento, que é a sabedoria, deixou de ser meio para tornar-se um fim ao qual agora, em mais uma escolha infeliz, chamamos resultado.

Parece que estamos todos transformando a linha do tempo num círculo, caminhando de volta aos períodos de escravidão. E, embora sejamos remunerados, somos lentamente destituídos do que nos é mais precioso, aquilo que não podemos repor, ou recuperar. O tempo. E, sem tempo, não há pensamento. Sem pensamento, não há Inteligência. Sem inteligência, não há crescimento.

Times de profissionais sem tempo não fazem mais sentido. Talentos exaustos, ou doentes, não criam, não renovam, não inovam. Nem no mercado de Tecnologia, nem em qualquer outro. Isso leva ao leilão, ao retrocesso. Existem, há tempos, meios mais do que eficientes para fazer com que o trabalho volte a nos enobrecer e não mais nos empobrecer.

Se você considera isso importante para você ou para seus negócios, se você acha que está preparado para ir além das regras que lhe foram impostas, o Projeto Kerbbo certamente vai ajudá-lo em sua busca. Nós sabemos como.

Trabalho e Tecnologia

A humanidade parece ainda não ter encontrado o verdadeiro sentido de sua existência. Isso soa como uma questão filosófica profunda e, até certo ponto, retórica. Mas é uma realidade. Quando nossos milenares ancestrais criaram as primeiras ferramentas, ainda com pedras e paus, aprenderam a caçar, plantar e construir, a humanidade descobriu uma grande vocação: o trabalho.

Sem trabalho não se faz nada, para tudo é necessário algum esforço. Isso foi mais do que provado nas linhas de tempo da história, ou seja, não há dúvidas quanto a isso. Agora, nos dias de hoje, vivemos tão intensamente nossos trabalhos que mal temos tempo para respirar. Na maioria das vezes esse grande esforço nos é imposto pela filosofia de trabalho das corporações.

Todos trabalham observando prazos, custos, concorrências e resultados em ritmo alucinante, pois o mercado é uma besta faminta correndo feroz atrás de sua presa mais desejada: o lucro. O fim, que justifica os meios, os horários apertados, a pressão, o cansaço. Em algum ponto de sua caminhada a humanidade perdeu a noção de que o trabalho não deve ser apenas trabalho.

Trabalho é evolução, crescimento, desenvolvimento, satisfação pessoal, e coletiva. Mas para tornar-se evolução o trabalho necessita de inteligência. Inteligência capaz de visualizar tudo, como um todo, como um organismo vivo e pulsante. Uma inteligência como a do cérebro humano, que comanda todas as funções do corpo, não apenas ordenando, mas harmonizando-se.

E é neste ponto que entra em cena a Tecnologia, com sua abrangência ilimitada. Atuando tanto como raiz quanto como fruto. A única área capaz de enxergar todas as outras, em profundidade, com competência, exatidão e lógica, a Tecnologia ainda é vista apenas como ferramenta. Mas Tecnologia é mais que isso, ela é na verdade a mão capaz de manusear todas as outras ferramentas.

Porém, é preciso usá-la com sabedoria, para que não torne-se um problema maior do que a solução que ela deveria proporcionar. O Projeto Kerbbo está à disposição das pessoas e dos negócios para que a Tecnologia se transforme em Inteligência.

TI ou não TI?

É engraçado ver o quanto os comandos das empresas batem as cabeças no momento em que é necessário ter um departamento de tecnologia inserido em seu organograma.

Nas empresas chamadas de pequenas e médias, o departamento de TI fica subordinado, geralmente, à Diretoria Financeira. É difícil descobrir a origem deste hábito, mas também não faria a menor diferença. Pois está errado, completamente errado.

Ainda mais no Brasil. Nosso eterno berço esplêndido cultiva alguns hábitos em sua cultura que causam arrepios. Senão, vejamos. Uma das qualidades mais apreciadas para um Diretor Financeiro, no Brasil, é a manutenção dos custos da organização num nível denominado “baixo”. Ou seja, baixos custos. Então colocam o Departamento de Tecnologia abaixo do Financeiro. Tecnologia é sinônimo de investimento. Traduzindo a palavra investimento para o idioma do “dono da empresa”, o que obtemos é custo. Então, para todos os efeitos, TI é custo, porque em nossa pátria amada, “dono da empresa” é um deus, e ele determina as regras dentro de seu pequeno “paraíso”.

Ótimo. Temos então um Departamento de Tecnologia, sedento por investimentos porque é responsável pelo funcionamento da empresa como um todo, colocado sob a responsabilidade da Diretoria Financeira da empresa, que em sua brava luta por melhores distribuições de PLR, tenta manter os custos no nível mais baixo possível. Guerras começam assim.

Mas então alguém levantaria o braço e opinaria: a empresa precisa do Depto de TI, mas ainda não tem porte para uma Diretoria específica. É uma colocação racional. O que é irracional é colocar os custos de Tecnologia dentro do centro de custo do Depto Financeiro, e delegar ao Diretor Financeiro o comando da área de TI. Isso gera uma bolha de custos e confusão administrativa, sem contar no acúmulo de funções do Diretor Financeiro.

Mas, como para tudo mais na vida, isso tem uma solução simples e viável. Clique aqui e saiba como.